O que tem em comum a bíblia, a Igreja, a Globo, o Jornal Nacional e o povo?
Pode parecer besteira, mas eu acredito que tem tudo a ver (apropriei-me do slogan), e sabe qual o elo de tudo isto? O medo.
Há séculos a igreja católica domina o mundo, com seus dogmas, explorando a fé do povo que precisa acreditar que alguém que está a vigiar e cuidar dele, e certamente, este alguém, não é o governo. Mas a exploração não duraria muito se o povo não fosse completamente envolvido por falsas promessas, e principalmente pela alienação, responsável pela proibição da leitura, de escolas, e de tudo mais que fizesse com que as pessoas obtivessem informações e cultura, e conseqüentemente libertasse dessa manipulação.
A bíblia, o livro mais vendido da historia, e por décadas o único permitido pela igreja para seus fieis, é o símbolo dessa instituição, que jogou a Europa (na época o centro do mundo) na escuridão da inquisição. Antes mesmo de Hitler, havia um frei, o senhor Torquemada, a matar e perseguir judeus e membros de seitas pagãs. A igreja através do medo dominava o povo, adquiria riqueza e poder e dizimava seus inimigos sem dó nem piedade, muito menos com a compaixão de cristo.
Os tempos mudaram, a igreja foi enfraquecendo, ou se dividindo em novas ideologias, mas ainda segue como uma das instituições mais poderosas de nossos dias, (perdendo apenas para a Microsoft e pra Apple e Casa Branca, hahahahaha). O povo deixa de ser escravo da fé, para virar escravo da ambição, do desejo. E a maneira mais fácil de fazer a proliferação dessa idéia consumista? A TV!
Eu poderia me deter aos inúmeros canais de TV mundo a fora, mas vou direto ao ponto interessante. A rede globo. Sinônimo de TV no Brasil é rede globo, sinônimo de rede Globo é? Jornal Nacional! Que eu prefiro chamar de “bíblia global”. 95 por cento da sociedade brasileira assistem ao telejornal. Desses, 80 por cento não conseguem fazer distinção alguma entre um fato, uma inverdade, uma informação plantada ou qualquer outra forma de manipular a opinião publica. Ou seja, caminho livre pra globo implantar o seu sistema de manipulação do povo brasileiro. A maior parte dos telespectadores são vítimas fáceis, incapazes de desenvolver um censo critico. Seguem como dóceis ovelhas a opinião deixada nas entrelinhas do Willian Bonner e da Fátima Bernardes.
E o que mais é apresentado no jornal nacional? Violência. E por quê? Por que o povo precisa ter medo do trafico de drogas, precisa ter medo do morro, precisam ter medo da policia, corrupta, e não corrupta precisa ter medo dos senadores, precisa ter medo do governo, precisa ter medo do sinal vermelho, precisa ter medo de passear, precisa ter medo de conviver com outras pessoas. E é preciso todo esse medo por quê?
Lembram do que aconteceu com a igreja? Pois é, o povo precisa ter medo, para que o império imposto pelo Globo e seus parceiros, se mantenha, e cada vez enriqueça. É preciso evitar que o povo, adquira conhecimento, adquira capacidade de discernimento. O povo não pode sentir-se seguro de sair às ruas. Já pensou o que aconteceria com 150 milhões de pessoas capazes de entender a diferença de uma noticia, e de uma opinião completamente manipulada? Já pensou o que aconteceria com estes 150 milhões, saindo às ruas? Provavelmente não existira mais Brasília, nem rede globo, provavelmente acabaria a escravidão do povo brasileiro. E não duvido que acabem com muitas igrejas também. De medo ao povo e “terás a vida eterna” ou seria mais apropriado dizer “Medo e você, tudo a ver”?
terça-feira, 7 de julho de 2009
Medo!!
Escrito por Cleidemar às 21:05:00 2 Decidiram Comentar
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quarta-feira, 24 de junho de 2009
Documentário - Álcool e Direção!!
Muito bem galera, essa semana eu havia escrito sobre o documentário, que eu e meus colegas haviamos feito, sobre álcool e direção. Pois depois de experimentar trocentos programas de conversão de videos, eu consegui!!eu consegui!!! hahahaha, consegui coloca-lo no youtube e aqui no blog.
As vezes parece que nunca vai acontecer com a gente, mas a cada passo errado, mais proximo estamos do fim. Muito mais que reparar em detalhes, repare na mensagem que tentamos trazer pra você!
Muito mais que gostar ou não, eu peço a vocês que prestem atenção na mensagem, levem para vida e compartilhem com todos. Aí está:
Parte 1:
Parte 2:
Você também pode encontrar no YouTube:
Parte 1:
http://www.youtube.com/watch?v=Cs4hNI4nHgw
Parte 2:
Escrito por Cleidemar às 19:07:00 2 Decidiram Comentar
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terça-feira, 23 de junho de 2009
Documentário!!
Muito bem galera! Andei meio sumido, mas por um bom motivo. Estava gravando, junto com meus colegas, um vídeo documentário. É uma mistura de simulação com realidade, sobre o perigo de dirigir embriagado.
O roteiro foi simples, os arranjos e gravações modestos, (apesar de ter sido feito com uma câmera e um "câmera man" profissionais), mas a edição e o trabalho final ficaram muito bom. Participaram junto comigo desde projeto, o Cristiano Echer, a Rozeli machado e o Aldo Corso. Foram um total de oito horas de gravações, e oito de edição. Cinco cenários diferentes e alguns depoimentos interessantes.
A base do roteiro é o seguinte: eu sou um jovem que, depois de um dia muito de muito stress, resolve relaxar tomando uma cervejinha em uma lanchonete. O Cris e a Rô fazem um casal de namorados que resolve jantar na mesma lanchonete. É obvio que o cenário ideal pra rodar a bebedeira e a janta, é o Xis do Roque. A simulação é paralisada no momento em que os três que nãos e conhecem ligam seus destinos na lanchonete (sim eu sei que repeti lanchonete muitas vezes, desculpem). Aí vem a parte real da coisa, fomos até a rua mais movimentada de Caxias do Sul e filmamos a noite da gringada. Pegamos alguns depoimentos de pessoas que desciam de seus carros pra curtir uma festinha e muito provavelmente beberiam antes de retornar pra casa. E por fim o roteiro acaba com o acidente, que nós simulamos, aqui mesmo na minha rua, e final bem tenso, onde eu apareço sendo preso, a Rô em uma cadeira de rodas, e o Cris morto. Finalizando o vídeo com muitas fotos de acidentes.
Foi um trabalho meio cansativo, mas que valeu a pena. Às vezes nos perguntamos o que fazer pra deixar alguma mensagem pras pessoas a nosso redor. Acho que nós quatro conseguimos expressar de uma maneira bem inteligente o nosso sentimento em relação ao assunto Álcool e Direção.
Não é fácil explicar a um jovem que e errado e perigoso dirigir embriagado. A grande questão é, depois de beber, tudo se torna fácil, e as regras começar a ser quebradas uma a uma. Por exemplo, a velocidade aumenta o sinal vermelho já não é para parar, etc. etc. e assim vidas e mais vidas vão se extinguindo todos os dias nas nossas estradas e ruas.
Infelizmente não consegui fazer as decodificações do DVD para algum arquivo compatível, para postar no Youtube e no Blog, mas quem quiser conferir, é só falar comigo, garanto que vão gostar muito do nosso trabalho. E pra quem não esta nem aí pra tudo que eu escrevi aqui. Aguarde os próximos textos e agora vídeos hehehe.
Escrito por Cleidemar às 21:34:00 0 Decidiram Comentar
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sexta-feira, 15 de maio de 2009
Liberdade!!
Ontem de tardezinha estive num haras com meu amigo Silvano, motorista do SAMAE. Ele tem uma égua crioula que acabou de dar cria um potrinho bonito uma barbaridade tchê!! E me convidou para ir lá conhecer e matar um pouco da saudade do meu pingo (cavalo, para os brasileiros) que está nesse momento pastando na sombra de uma figueira, lá em Esmeralda.
Muito bem, sem enrrolação, vou direto ao ponto. Lugar de cavalo é solto no campo! E tenho dito! Um cavalo preso numa estrebaria o dia todo dá um aperto no coração. “É como um passarinho sem assas pra voar” (hahaha musica do Zezé de Camargo). O animal fica ali num cubículo escuro, com serragem e algumas folhas de alfafa, alguma cana, um latão de água, a cada dois dias recebe sal mineral, e pasto. Mas não é nem de perto a alimentação proporcionada por um vasto campo esverdeado, numa coxilha ou numa encosta de rio.
Não que no haras os animais sejam mal cuidados. Pelo contrário, recebem alem da alimentação balanceada, banho, trato com pelos, um cuidado todo especial com as patas e carinho (fundamental em qualquer lugar, com qualquer ser vivo). Mas não há liberdade!
Não tem preço ver o seu cavalo correndo livre pelos quatro cantos da estância, jogando as patas para o alto, galopeando, brincando com as borboletas, correndo em manada em busca de sombra e água fresca do açude ou do riacho. E ao entardecer olhar ao longe o animal voltando para dormir e recarregar as energias bem ao pé de cinamomo na beira do galpão.
O semblante meio apático dos cavalos criados no haras, só pode ser notado por alguém que conhece os potros livres. E eu que cresci no lombo de um cavalo, noto a vontade daqueles equinos de pularem aqueles cercados de madeira e fugir em direção ao campo verde que está a metros de distancias das baias.
A égua de Silvano, linda, e seu potrinho, não terão a sorte de meu Preto Velho, cavalo que herdei de minha avó, que corre livre. Não sentiram o vento cortando as crinas, e nem saberão que a água é muito mais fresca quando vem de uma vertente, que o pasto natural vale mais que toda e qualquer razão. Mas terão com toda a certeza, aliás já têm, todo o carinho necessário de seu dono para manterem-se lindos e maravilhosos, mesmo que trancafiados num haras no meio da cidade grande.
A liberdade de viver a vida naturalmente, sem artificialidades do mundo moderno realmente não tem preço. Lugar de cavalo é solto no campo! Lugar de homem é solto no mundo!
Escrito por Cleidemar às 09:49:00 2 Decidiram Comentar
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terça-feira, 5 de maio de 2009
Crônica da Vida!!
Imagine um deserto. Uma montanha e um penhasco. Você lá em cima da montanha. Imagine agora que alguém te empurra para o nada...
Uma queda livre pode provocar inúmeros estragos. Ao chegar ao chão, bem ao fundo do abismo, suas pernas, seus braços, seu corpo todo dói. A dor parte ao meio a sua alma, sua esperança, seus sonhos, seus desejos mais simples. Tudo é arrebentado com o tombo. Você não tem nenhuma idéia de como sair dali. Aliás, você nem tem como pensar em algo que não seja dor.
O tempo passa, e as coisas começam a voltar ao lugar, os braços e as pernas já conseguem obedecer a seus movimentos, e você já consegue estabelecer pequenos raciocínios. Levanta-se, e a primeira coisa que olha é para cima. O tamanho assusta. Mas ficar ali em baixo não te levará a nada.
Começa a escalar, pé por pé a montanha. Varias e varias vezes inutilmente você tenta achar uma solução. A força não é a mesma que a esperança. Ou uma ou outra estará faltando.
As pequenas quedas, não são mais sentidas. A final dor por dor já conhece a maior. Sobe. Não olha para trás. Dia após dia, os obstáculos vão se extinguindo, a força revigorando, a dor esquecida, e a esperança tomam conta de você. É assim que se chega a um patamar plausível. Não se esta no topo, mas nem no buraco.
É nesse nível que você, para, deita sobre a relva molhada do orvalho. Observa o céu. A cabeça é um turbilhão de idéias. O que fazer? O que dizer? Nada! Apenas permaneça deitado por algum tempo. Não! Não é tempo perdido. É à hora de reaver seus erros, seus acertos, e traçar um projeto para você mesmo. A queda, a subida. Seus limites foram postos em prova. Você sobreviveu. Sozinho, sentiu as glorias e as dores.
Agora você conhece os dois lados da moeda. Nada pode te parar.
Escrito por Cleidemar às 19:43:00 4 Decidiram Comentar
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